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segunda-feira, 21 de julho de 2008

Cardeal.


Existem no Brasil cinco formas diferentes. Como sempre, vamos adotar a classificação de Sybley, que é a mesma do Livro “Todas as aves do Brasil” de Deodato Souza que citam cinco subespécies:
a) Cardeal do Sul, Paroaria coronata, 18 cm , cabeça anterior e garganta vermelhas, topete ereto, abdomem branco, costas acinzentadas, quase todo o Rio Grande do Sul –
b) Cardeal do Nordeste ou Galo da Campina, Paroaria dominicana , 17 cm, igual ao anterior sem topete, quase todo o Nordeste brasileiro –
c) Cardeal da Amazônia, Paroaria gularis, cabeça vermelha, gravata preta, toda a Amazônia brasileira –
d) Cardeal do Goiás, Paroaria baeri, coroa da cabeça e bigodes vermelhos, costas pretas e abdomem branco, Goiás e limítrofes –
e) Cardeal do Pantanal, Paroaria capitata, cabeça vermelha, bico e pernas amarelas.
Não há disformismo sexual entre eles, a fêmea é exatamente igual ao macho, só os experts conseguem diferenciá-los. Todos tem sido vítimas de perseguição tanto pela caça predatória como pela degradação do meio ambiente. Únicas formas de evitar a extinção; parques nacionais protegidos nas áreas de distribuição, respeito ao que existe na natureza e reprodução em criadouros registrados, ou fazemos isso, efetivamente, ou nossos pássaros desaparecerão. Vamos falar mais e especificamente do Cardeal do Sul e do Cardeal do Nordeste/Galo da Campina, que são os únicos que despertam interesse em sua criação. Embora possa-se manejá-los da mesma forma, os outros três, não são apreciados pelos passarinheiros e quase não se os encontram em gaiolas ou viveiros. Procriam na natureza da primavera até o início do outono, de setembro a março. A partir desta época, param de cantar, fazem a muda anual e juntam-se em bandos, os adultos e os jovens. Este procedimento os ajuda na tarefa de alimentação nos meses de escassez. O ambiente natural do sulista são as bordas dos arrozais, campos com vegetação alta e bordas de matas, do nordestino é a caatinga e matas ralas. Quando no processo de reprodução, tornam-se pássaros extremamentes territorialistas, cada casal demarca a sua área e não permite a presença de outros adultos da mesma espécie; o macho canta intermitentemente a todo volume para delimitar o seu espaço. Pode-se ouvir o seu canto a quilômetros de distância. O Cardeal, é um belo pássaro e muito apreciado pelo seu canto. O interesse das pessoas é muito grande, a demanda é grande, é hora então de praticarmos a preservação através de um intenso trabalho de reprodução; as matrizes capturadas são suficientes para o trabalho. A caça predatória tem que cessar urgentemente. As Portarias do IBAMA, tanto a 118 como a 057, estão aí e possibilitam e estabelecem condições para a permissão para a procriação, tanto para profissionais como para hobistas.

Kiwi, O Pássaro !!!!
















A palavra kiwi possui três significados. Você já deve ter ouvido falar de um deles, aquela fruta que parece uma batata cabeluda por fora e é verde- esmeralda por dentro. A fruta, originária da China, pediu o nome emprestado ao pássaro kiwi, um dos animais mais inusitados da Nova Zelândia. O pássaro é símbolo nacional do país e os neozelandeses escolheram esse mesmo nome como apelido para eles próprios.
A história dos kiwis está intimamente relacionada com a evolução das ilhas que, hoje, levam o nome de Nova Zelândia ou Aotearoa, em linguagem nativa maori. Essas terras se separaram da Austrália e do supercontinente Gondwana há 80 milhões de anos, não trazendo consigo nenhum mamífero terrestre ou serpente. Os pássaros de Aotearoa seguiram uma trajetória evolutiva totalmente singular.
Nova Zelândia é um hotspot de biodiversidade – uma área crítica para a conservação, embora conte com uma longa lista de animais já extintos – em particular o Moa, uma ave gigante de três metros de altura e 250 kg que desapareceu há cinco séculos - , o país se orgulha de ser extremamente dedicado à proteção da biodiversidade. De fato, é a única nação que possui, além de um Ministério do Meio Ambiente, um segundo ministério dedicado exclusivamente à conservação.

Leão Branco.


Leão Branco

O leão branco constitui uma rara mutação de cor do leão-sul-africano (Panthera leo krugeri), devida a uma particularidade genética chamada leucismo.
Não constitui uma subespécie.
Distingue-se dos outros apenas pela sua pelagem muito clara, quase branca, causada por anomalias em seus genes.
Os seus olhos são dourados ou azuis.Esta característica não acarreta problemas fisiológicos – ao contrário do albinismo, o leucismo não confere maior sensibilidade ao sol.
No entanto constitui uma desvantagem, pois reduz a sua capacidade de camuflagem na caça às suas presas.
Estes leões nunca foram muito vulgares na natureza.
O gene que confere esta característica é recessivo, e apenas se revela quando são cruzados indivíduos portadores do gene mutante.
Este cruzamento é feito propositadamente em zoológicos e por essa razão é nestes onde existe o maior número de indivíduos.
Apareciam também na reserva de Timbavati e no parque Kruger, na África do Sul, mas desde 1993 não são avistados, estando provavelmente extintos na natureza.
Existem também leões brancos por albinismo; esses possuem os olhos vermelhos e apresentam grande sensibilidade ao sol.

Religião
Os povos da África do Sul tinham crenças religiosas relacionadas ao leão branco.
Ele era relacionado à prosperidade e à abundância e sua presença era uma espécie de dádiva divina.
Também eram muito venerados pelos povos locais, que acreditavam que sua cor branca era um sinal da benevolência que deveria existir dentro de todos os seres vivos.